sexta-feira, 29 de abril de 2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Sobre Deus, homem e responsabilidade.

Vale a pena conferir a entrevista do pastor Ricardo Gondim na revista Carta Capital sobre o movimento evangélico no Brasil. Pensamento lúcido e preciso. Assino embaixo e compartilho sobretudo, de sua visão sobre  Deus e sua soberania e a responsabilidade do homem no planeta terra. Pastor Gondim me ganhou mais uma vez. Recomendo a leitura.

http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/o-pastor-herege

Aqui o site do pastor. 

terça-feira, 26 de abril de 2011

domingo, 24 de abril de 2011

Visão de mundo.

 " Ocorre que a verdade não pode ser tolerante, não permite compromissos e imitações, que a pesquisa tem que considerar todos os âmbitos da atividade humana como seus e deve se tornar implacavelmente crítica, quando um outro poder buscar usurpar alguma parte dela".  Freud em " Acerca de uma visão de mundo".

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Lamentações.

O motivo porque não escrevo nada hoje é porque hoje, entre o Dito e o Dizer, paira um silêncio absurdo que quando coloco em palavras dá sentido à frase de Cristo: “Não jogueis pérolas aos porcos”.  Porque a tristeza quando compartilhada indevidamente só serve para ser pisada. O pior de tudo é que as pessoas gostam de pisar a tristeza alheia, ameniza a deles. Parece que somos feito de tal forma que fazer sofrer, de alguma forma, dá prazer.  Por isso, no sofrer o melhor é calar, em solene silêncio. Minha falta de gênio para a poesia me impede de dissolver-me em letras. Volto-me resoluto para as grandes narrativas.

Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do SENHOR.
Bom é para o homem suportar o jugo na sua mocidade.
Assente-se solitário e fique em silêncio; porquanto Deus o pôs sobre ele.
Ponha a sua boca no pó; talvez ainda haja esperança.
Dê a sua face ao que o fere; farte-se de afronta.
Pois o Senhor não rejeitará para sempre.
Livro de Lamentações.




domingo, 17 de abril de 2011

Stand by me.

Ontem minha irmã, Tássia, se casou com meu querido amigo Marcus Cezar. A beleza deles como casal só faz crer mais uma vez que o que a gente precisa na vida mesmo é alguém que no fim vai estar lá- standing.
Uma singela homenagem aos noivos.


Stand By Me | Playing For Change | Song Around The World from Concord Music Group on Vimeo.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tássia.

Quem diria eim Tássia, 25 aninhos? Parece que foi outro dia. Alright, cut the crap.

Todo ano tu continuas demonstrando a força que tens para viver. A garra de felino arisco que move tua vida e todos os teus planos. Pode ficar sabendo que tens aqui um admirador constante. Teus feitos e realizações não passam em branco; “ I see you”, sempre vi e se eu não morrer cedo, sempre verei. Enquanto o tempo passa  nossa diferença de idade cai e se dissolve, a dissimetria do irmão mais velho se integra a outros laços que vão se construindo. Quem dera todos tivessem condições de cruzar o laço familiar e desemborcar na amizade. É pra lá que vamos. Ontem alguém me disse a frase comum: “sabe como é família né?”.  Sim, sei, mas discordo. Família é bom, mas transpor e subverter o laço familiar é muito melhor ainda. Os deveres familiares recaem sobre nós, o sangue cobrará o preço de nossa fraternidade, e nós só sobreviveremos a tudo isso se soubermos, realmente, transmutar os valores. É isso que somos, é disso que somos feitos, eu e tu. Então, acho que não será tão difícil seguirmos num caminho que já trilhamos há tanto tempo, entre tantos amores, batalhas e vitórias. Daqui a uma semana vais viver mais uma vitória. Enquanto tantos especulam tuas lutas, cá entre nós sabemos que essa luta é “Tássia” versus “Tássia”. Nela até agora tens sido vitoriosa.  
Meus parabéns!
Muita felicidade hoje!
Com amor,

Rafael.
Os: a foto é para lembrar um momento muito feliz!

domingo, 3 de abril de 2011

Do-r-Divã.

Estou na maior dificuldade para manter o Dito sempre atualizado, pelo menos semanalmente, mas o mestrado tem consumido minhas leituras; não leio mais só o que eu gosto ou me inspira, então, nem sempre tenho muito o que dizer. Além disso uma súbita necessidade de introspecção tomou conta de mim, dei vazão e ela não quer sair. As palavras são muitas, mas a maioria presa no peito mesmo. Voltei pra análise e isso reflete na minha pouca necessidade de falar fora da análise. Quem faz análise sabe do que falo. Infelizmente, neste caso , é coisa para iniciados, pode ser explicado, mas dificilmente compreendido por alguém que nunca passou pela dor do divã.