Breve sonho.
“E então sonhei que andava aqui na beira mar de São Luís. Olhei para o mar e vi uma mulher a nadar rapidamente; ao olhar mais atentamente vi que ela não podia ser humana: tinha que ser uma sereia. Com certeza aguda afirmei dentro em mim: é uma serei. Ela era linda, grande, de pernas longas e cabelos encaracolados, belíssimos. Ela saiu da água, impávida; olhou-me atentamente com ar tranqüilo e curioso. Deitou-se ao estilo Cleópatra e começou enxugar as pernas e pés e eu pude ver nitidamente a transformação se passar—seus pés variavam entre pés normais e nadadeiras. Sua cauda não era una como são as das sereis normais, mas cada perna era uma nadadeira. Finalmente a transformação foi completa. Ela se levantou, me olhou com curiosidade e como se ,alegremente, houvesse encontrado algo. Junto dela vinha um garoto, um tipo de assistente na terra. Tomando a palavra ela disse: --bem, tenho mesmo 3 a 4 convites que posso dar para pessoas desconhecidas, vou te dar, você também vê. É um convite para um seminário.
Ela foi embora sem mais explicações. O garoto ficou, como um flanelinha, todo serelepe, ávido a conversar comigo. Perguntei se era traje de gala. Ele respondeu sim eu deveria ir de terno”.
Até aqui lembro-me do sonho. Sonhei muito mais, mas as memórias são fugidias. Pensei que um trabalho de associação livre neste sonho poderia render algo, então aqui vamos nós:
Beira mar em são Luís, mulher nadando rapidamente na água. Quando vi a cabeça dela na água lembrei da mulher de um tia meu, irmão de minha mãe. Parecia com ela. Ela nadava ao estilo borboleta, estilo que nunca aprendi. Mas sempre gostei de fazer natação, mas não passei muito tempo. Mas lembro que fiz natação num lugar aí que não lembro bem, não sei onde é. Mas o lugar me vem claramente à mente. Lembro também que teve uma competição; eu era super novinho. Nunca gostei de competições, participei dessa e no judô também. Não ganhei nenhuma dessas. Acho que nunca fui muito estimulado ou eu nunca tive muita gana por ganhar as coisas dessa forma. Competindo. Lembro muito bem da sensação de ir a uma competição. Algo naquilo tudo me enfraquecia, ou eu já era fraco para enfrentar aquilo. Eu era muito novo. Não tinha esse instinto. Até hoje não gosto dessa luta pelas coisas, a competição da vida. Não tenho essa avidez pronta para atacar. É ruim, mas é como eu sou. No judô não sei o que me fez ir competir. Bem, um amigo de meu pai, um pastor aí, veio aqui e achou bonito eu fazer judô. Disse que era coisa de homem. Que me faria bem. Imagina. E eu larguei o judô porque eu preferia estudar piano, estava acabando com minhas mãos. E uma sereia, metade mulher, metade peixe. Nadando à beira mar, rápida, alegre e feliz. E aquele ser dúbio e paradoxal a me chamar a atenção. A serei aque habita e canta no mar, mas faz seus afazeres na terra. Distribui convites a desconhecidos: posso chamar pelo menos 4 desconhecidos para este seminário. E ontem um conhecido me convidou para fazer uma pós-graduação, fui indicado por ele e até ganhei um desconto por ter sido convidado por ele. A serei virou para mim e disse que eu também vejo as coisas. Estranho? O que será que vejo? Por que a reconheci? Seria isso? Que todos a vêem, mas ninguém reconhece? Ou que sou parecido com ela? Canto no mar, mas vivo na terra? Que distribuo convites a desconhecidos? Vamos parar por aqui hoje.
Mega-Sena....
ResponderExcluir1 sereia, que na verdade são 2 pessoas, 3 a 4 convites...
assim chegamos a conclusão:
4x2 = 8 x 2 = 16 -1 = 15; 2 e 3 = 23 + 23 = 46 - 4 = 42 que certamente é o número do seu terno.
LOGO: 8, 15, 16, 23, 42!!!!!
Gente, acho que estou surtando de abstinência, pois esta semana não tem LOST!!!!!!!
Saudades de você, cucun...
Beijo Grande