“ Ela ouvia o vazio, só palavras vazias proferidas como se seu interlocutor fosse insultado por qualquer sinal de entusiasmo por parte dela, como se o tédio fosse o único laço possível entre as pessoas, o único preservativo de suas precárias dignidades”.The Fountainhead- tradução livre.
Dentre tantas pautas para o blog não pude deixar de lado minha leitura da Ayn Rand. The Foutainhead tem sido um soco preciso que eu tanto precisava. O livro é uma aula constante permeado de discurso inteligentíssimos e descrições precisas da condição humana. Um olhar agudo como poucos que já vi. Na fase que estou agora o livro tem sido uma fonte de força para manter alto meus ideai, ainda que seja para mais tarde rechaçá-los.Todavia, precisa-se deles. O livro tem me mantido firme à minha integridade e ao que gosto de chamar dignidade.
Viver a vida como o defunto vaidoso que vai pra cova todo elegante. Inútil? Talvez, mas faz da morte um estilo também. Se a morte pode ter dignidade, por que não a vida?
Pra terminar, como diria Millôr Fernandes: Se você agir sempre com dignidade, pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos.
Acho digníssimo.
Eu amo tudo o que encontro neste cantinho, ainda mais agora...
ResponderExcluirParece bem interessante este livro. Existe tradução para o português?
ResponderExcluirSobre as coisas da morte dois livros já me falaram muito à alma. O primeiro foi "Tempus Fugit" de Rubem Alvez e o outro é "Aprendendo a Viver" de Sêneca!
Valew pela dica!
Grande abraço!
Adooreii seu blog! parabens! já estou ti seguindo! mi segue tbm?! abrços! boa semana!!
ResponderExcluirsou apegado a inutilidades e a falta de sentido que elas tem...
ResponderExcluirdar sentido as coisas, normatizar, como tudo isso é chato... até um silêncio é chato se ele tem um sentido. silêncio não é falta do que falar, é preferir não falar, é não ter nada a dizer, silêncio é oq vem antes da vida e depois da morte... é isso!
eu sou sustentado por livros tbm... rs
gostei daqui, abraços