Para as almas elevadas ofereço um trecho do Lobo da Estepe. Quem tem ouvidos ouça...
"Aquelas imagens—eram centenas, com e sem nome—estavam ali de novo, surgiam novas e jovens do poço daquela noite de amor, e tornei a ter consciência do que havia esquecido na miséria , que elas eram o tesouro e dos bens da minha vida e que continuavam existindo inalteráveis, acontecimentos culminantes que poderia esquecer, mas não destruir, mas não destruir, cuja série formava a lenda de minha vida, cujo brilho era o indestrutível valor de minha existência. Minha vida fora penosa, transtornada e infeliz, conduzindo à destruição e ao niilismo, fora amargurada pelo sal de todo destino humano, mas havia sido rica, orgulhosa e senhorial; uma vida soberba até mesmo inteiramente desfigurado, o cerne desta vida fora nobre, tinha feição e estirpe, não girara em torno das moedas, mas torno das estrelas.”
Hermmam Hesse é um grande frasista. Ainda não li O Lobo da Estepe, mas li o arrebatador Demian - além de Sidarta e Narrativas.
ResponderExcluirEspero ainda ler O lobo...
um abraço